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Blocos coloridos
  • Foto do escritorRenan Magoo

TROVADORES DE TROVÕES. A CANTIGA MEDIEVAL

Atualizado: 7 de mar.




“Vós sois os trovadores que provam trovões à meia-noite.” - Thor.


Nas cantigas repousei entre os seios medievais da fisiocracia pagã em tempos caniços de reis mórbidos feudais prostrados na ignorância matriarcal dos plebeus dançantes do boçal.


Interpreto-lhes a cantiga mais antiga e viscosa de vosso provençal para maldizer a malcriada donzela, vulgo esposa do rei, de que vós sois a sujeira da sedução, a discórdia da pureza e a vanglória da traição.


Venha pois ó donzela trivial e trovardes do seu próprio lamaçal


De trovadas em trambiques eu trovei vosso beiçar

Ó donzela fétida que amarguras meu tendão

A mais feiosa de quantas vejo penar

Ao meu Senhor prostro-me e lhe peço perdão

Trombei uma velha senhora que só quisera requentar

E de panelas em panelas eu via feijão

A dona biscate me trovava na beira do mar

Já lhe muito neguei e escondi meu trovão

Mas a dona tremoça só queria besuntar

Degustei a tremosinha e cavalguei na traição

Aguçosa e peideira me trovou para casar

Dona feia me fraqueja e arranca-lhe um tostão

Vós troveis a flatulência entre as nádegas no luar

Dona feia carcomida desdenhou meu coração

Hoje trovo por moedas, sois mendigo sacristão

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